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Mostrando postagens de setembro, 2017

Resenha: Tell Me You Love Me da Demi Lovato!

Aguardado por seus fãs e super aclamado pela crítica, a americana Demi Lovato liberou nas primeiras horas de hoje (29/09) seu sexto álbum de estúdio Tell Me You Love Me que já é um grande marco na sua carreira! Por que estão falando tão bem dele? Dá uma olhada (sacou a referência?) na resenha de cada música que compõe o álbum: 1) Sorry Not Sorry: Single já conhecido, super divulgado, balada dançante que vai além de batidas de eletro pop e EDM, e graças a Deus, fora do reggaeton que são lançados todos dias e que não aguentamos mais. Demetriazinha usa seu poder vocal para nos fazer dançar por alguém que não a mereceu. Cheio de altos e baixos em seus acordes, ta explicado o sucesso  nas pistas de dança ao redor do mundo. 2) Tell me You Love Me: que início lindo, digno do Princípe do Pop, vulgo Justin Timberlake. A faixa título do álbum implora por amor e perdão e apesar da música manter um ritmo midtempo,a voz com alguns recursos de delay, transparece o arrependimento sin...

Homem: Animal (i)racional

Empatia, substantivo abstrato. Desde crianças somos educados a respeitar e amar o próximo, colocar-se no lugar do outro para entendê-lo, entretanto, este comportamento não vem sendo praticado por um bom tempo. Empatia não é preconceito, muito menos aceitação incondicional. Empatia é compreensão, e por consequência respeito. No mundo político, em que cada ator deste espetáculo visa satisfazer seus próprios objetivos e não o da coletividade, a empatia se torna mais uma palavra com significado restrito ao dicionário. A cidadania continua sendo empregada de forma errada. E a ciência? Grande responsável pela evolução da sociedade. Por meio de suas descobertas, hipóteses e teorias, o Homem alcançou um domínio do natural além do imaginado séculos atrás e perpetuou acontecimentos que a criatividade de Hollywood não alcança. No âmbito social, psicologia e sociologia foram vitais para a compreensão do mundo em que vivemos, bem como o entendimento das causas e consequências das ações...

O brotar do que não deve florescer

Ansiando por aquilo que me tira do dopor, Com quais as palavras duras me deixaram. Duras como a mais bruta rocha, a dor Dita sem medo que pudesse significar. So machucar. Eis que assim foi feito. Anos de amizade se esvaem Como as folhas empurradas para longe das árvores. De monte, elas caem. Com o passado sendo esquecido E com o futuro comprometido. Em meios as lágrimas, temos as lembranças Que fazem a cabeça doer Por todos os momentos, desde crianças Eles se uniram, mas que permitiram o laço a romper. Com a culpa no peito, Com o pedido de desculpas gritando no silêncio do orgulho, E agora, pensando direito Passado os soluços, Deseja reviver o momento Mas sem coragem de expressar aquilo que jamais deveria falar. Adultos é o que eles dizem que são Tolos, sem convicção.